quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Iluminação Pública a Gás

A iluminação das ruas das cidades era, até a Idade Média de responsabilidade dos proprietários, que colocavam lamparinas ou fogueiras na frente de seus casas.


Devido o crescimento populacional pós-Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX trouxe a movimentação da vida das cidade, aumentando assim a violência houve a necessidade da iluminação urbana efetiva.

- Nas ruas de Londres a iluminação a gás (obtido do gás da hulha uma espécie de carvão mineral) começa a ser utilizado a partir de 1807;
- Em Paris a partir de 1819;
- Na iluminação doméstica a partir de 1840 (na Europa) e depois da guerra civil nos EUA;


No Brasil, a iluminação pública a gás foi introduzida na segunda metade do século XIX em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, sendo substituída pela iluminação elétrica na primeira década do século XX.


As vantagens do gás 
- Luz mais intensa (um candelabro a gás equivalia a doze velas);
- Regulagem de intensidade;
- Maior estabilidade nos fachos;
- Nitidez nas respostas;
- Controle centralizado;
- Novas disposições de fontes de luz;
- Efeitos individualizados para isolar cenas e criar zonas de atenção;

As desvantagens do gás 
- Cheiro desagradável;
- Produzia sonolência (intoxicação);
- Produzia muita fuligem exigindo constante limpeza de paredes, tetos e cortinas;
- O gás era manufaturado pelo próprio teatro (custos enormes);
- Perigo de explosão e incêndios (segurança);
- Obrigatório a presença de fiscais de fogo;
- Os incêndios eram comuns;

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